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Carmelo da SS Trindade

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Fotografia de fundo:  Carmelo da Guarda

A CLAUSURA ESTRITA

A Solidão da Comunidade é chamada por Santa Teresa « GRANDE ENCERRAMENTO». O que será este «grande encerramento»? é simplesmente o que entendemos hoje em dia por «CLAUSURA ESTRITA». Não é uma clausura qualquer, nem para nos defendermos de alguma coisa ou das pessoas, mas é o espaço reservado unicamente à nossa vida de comunidade que não é acessivel a mais ninguém. Santa Teresa pretendeu fazer uma espécie de réplica do Monte Carmelo da antiga Palestina onde os primeiros irmãos Carmelitas viveram em tão grande silencio e solidão.

 

Desta forma, este «grande encerramento», Solidão ou «deserto teresiano» foi procurado por Teresa de Jesus para criar um ambiente ideal à invasão de Deus. Dentro desta Solidão geral da Comunidade, existem espaços  de solidão para cada Irmã: a Cela e a Ermida.

Viemos à procura da LIBERDADE, apesar de não sairmos para nada a não ser para o médico ou deveres civicos! Esta solidão comunitária também é extensiva ao uso dos meios de comunicação que está sob a grave responsabilidade da Madre, guardiã deste pequeno «céu na terra».

 

A nossa missão é sermos Co-Redentoras com Cristo, doarmos gota a gota a nossa vida pela salvação das almas, a conversão de todos os homens e mulheres e a nossa própria conversão! Esta radicalidade da nossa entrega implica estarmos dispensadas do Ministério ativo e exterior.

Não estamos alheias aos sofrimentos dos nossos irmãos...somos informadas de tudo o que se passa no mundo, de uma forma ou de outra. Teresa de Jesus quis precisamente que os seus Mosteiros fossem fundados junto das cidades para chegarem até nós os ecos humanos. Aqui estamos para assumir as dificuldades dos nossos irmãos e apresentá-los a Deus... ninguém fica de fora!

Clausura... a chave está na nossa mão. A nossa porta de sair só tem fechadura pelo lado de dentro, isto quer dizer tudo!

  Escreveu o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino « A oração dos monges e das monjas é um dos fundamentos mais produtivos da Igreja. Os mosteiros são centros absolutamente prodigiosos de evangelização e missão. A oração ardente e contínua das carmelitas, dos beneditinos, dos cistercienses ou das irmãs da Visitação, para mencionar apenas algumas Ordens, ajuda e dá imenso suporte ao trabalho dos sacerdotes. O mundo moderno, e até alguns membros do clero, inebriados pelo seu sentimento de poder, muitas vezes pensam que os monges e as monjas de clausura não servem para nada. Em última análise, é o maior elogio que podemos dar aos contemplativos que se retiraram para trás dos altos muros dos seus claustros: eles não servem a nada aqui na terra; servem apenas a Deus. Este é o simples e bonito segredo das suas orações, que dão suporte a todo o mundo»

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